As origens do metalcore remontam aos meados dos anos 80, onde bandas como AGNOSTIC FRONT e SUICIDAL TENDENCIES misturavam thrash, punk e hardcore. O Metalcore rapidamente se tornou um dos gêneros mais populares com bandas como BULLET FOR MY VALENTINE, TRIVIUM e AVENGED SEVENFOLD atingindo o topo das paradas e conquistando uma grande base de fãs. Abaixo segue uma lista com os 10 álbuns essenciais do estilo, em ordem alfabética por banda.
Primeiro álbum após eles terem assinado contrato com a Metal Blade Records, “Frail Words Collapse” é o álbum com o qual a banda aconteceu, onde eles finalmente ganharam um pouco de fama e reconhecimento. O AS I LAY DYING começou a encontrar o som que para eles era mais adequado, o que os levaria para o sucesso no futuro. As primeiras faixas “94 Hours” e “Forever”, umas das principais músicas da banda, fazem parte de “Frail Words Collapse” lançado em 2003.
Enquanto os seus últimos álbuns são suspeitos em sua qualidade, o “Waking The Fallen” é o trabalho mais que essencial do AVENGED SEVENFOLD. Não importa o que eles façam no futuro, todo álbum será de certa forma comparado com este lançado nos primórdios de 2003. Os vocais de M. Shadows são executados de forma perfeita, The Ver detona a bateria e a guitarra é acentuada, mesmo com uma produção seca. O AVENGED SEVENFOLD não teve medo de se aventurar em músicas longas, como a “I Won’t See You Tonight”, dividida em duas partes, estas que juntas atingem quase trinta minutos, e a “And All Things Will End” de quase oito minutos.
Enquanto os seus últimos álbuns são suspeitos em sua qualidade, o “Waking The Fallen” é o trabalho mais que essencial do AVENGED SEVENFOLD. Não importa o que eles façam no futuro, todo álbum será de certa forma comparado com este lançado nos primórdios de 2003. Os vocais de M. Shadows são executados de forma perfeita, The Ver detona a bateria e a guitarra é acentuada, mesmo com uma produção seca. O AVENGED SEVENFOLD não teve medo de se aventurar em músicas longas, como a “I Won’t See You Tonight”, dividida em duas partes, estas que juntas atingem quase trinta minutos, e a “And All Things Will End” de quase oito minutos.
Considerado o melhor álbum da banda pelos fãs assim como também pelos críticos, “Jane Doe” lançado em 2001 é um ataque sônico implacável, perfurando o ouvido dos ouvintes com vocais rasgados penetrantes e trabalhados de uma forma rítmica imprevisível. A melodia também está lá, com vocais limpos prevalecendo sobre os vocais guturais. Como SHAI HULUD e OVERCAST, o CONVERGE foi uma das primeiras a trazer um som que mais tarde seria copiado por centenas de bandas.
Um dos primeiros álbuns de metalcore que deu início ao crescimento e popularidade do gênero em meados dos anos 90, “Destroy The Machines” é um marco que simboliza o começo de algo novo no metal. Vocais rasgados, um ritmo ligeiro de guitarras, e uma mistura de elementos hardcore são os ingredientes principais que fazem de “Destroy The Machines” lançado em 1995 um ótimo trabalho. Curto e direto ao ponto, o primeiro disco do EARTH CRISIS é um exemplo reluzente de um metalcore bem desenvolvido.
O vocalista Howard Jones provou ser capaz de substituir Jesse Leach no terceiro álbum, “The End Of Heartache”, lançado em 2004. A banda diminuiu um pouco a agressividade, deixando a melodia se fazer um pouco mais presente na composição. Jones possui tantos vocais guturais energéticos como também um estilo mais limpo. A faixa título, épica e próxima do obscuro “Hope Is…” se prende ao ouvinte muito mesmo depois da última nota ser tocada.
O OVERCAST foi a primeira banda do vocalista Brian Fair atualmente no SHADOWS FALL e do baixista Mike D’Antonio atualmente no KILLSWITCH ENGAGE. Em 2008, o recém reunido OVERCAST lançou “Reborn To Kill Again” que é composto de regravações de 11 músicas antigas e duas faixas novas. A banda teve um grande impacto sobre bandas posteriores, através de seus primeiros álbuns (“Expectational Dilution” de 1994 e “Fight Ambition To Kill” de 1997) que nunca receberam muita atenção da mídia. Com uma forte produção, uma ótima apresentação de Fair, e um punhado moderno de clássicos metalcore, “Reborn To Kill Again” é um golpe do passado que é capaz de se manter relevante, mesmo com a supersaturação do gênero.
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